Aumento de Mamas Assimétricas

A forma da mama feminina é determinada pela qualidade, volume e dimensões do parênquima mamário, bem como pelas características da cobertura cutânea. A maioria das pacientes submetidas a aumento mamário (88%) apresentam assimetria das mamas, quando avaliado o tamanho e a posição do complexo areolo-papilar, a parede torácica, o volume e a base da mama e a posição do sulco mamário.

Independentemente se aumento, redução ou reconstrução, o objetivo de qualquer procedimento para contorno mamário é criar mamas simétricas e esteticamente agradáveis. Diversos autores concordam que isso envolve a criação de mamas proporcionais ao corpo, com o formato de gota, com mínima ptose e com a papila localizada no ponto de maior projeção.

Para aumento mamário, implante de silicone é a opção mais solicitada, entretanto, lipoenxertia está ganhando popularidade entre os pacientes submetidos a lipoaspiração concomitante.

Esta modalidade foi primeiramente descrita com entusiasmo no início da década de 1980, porém temperada pela preocupação, embora especulativa, da confusão e atraso no diagnóstico radiológico do câncer mamário. Nos últimos anos, provou-se que a lipoenxertia causava as mesmas impressões radiológicas que os outros procedimentos estéticos na mama e que os radiologistas são capazes de diferenciar processos neoplásicos de necrose gordurosa. Renovou-se, assim, o interesse por este procedimento.

A popularidade da lipoenxertia vem da simplicidade do conceito, facilidade técnica, natureza autóloga e a possibilidade de alterar o resultado, repetindo a intervenção.

Atualmente, a lipoenxertia é utilizada em diversos tipos de cirurgia mamária. Para fins estéticos, alguns cirurgiões a utilizam para aumento mamário exclusivo ou para atenuação das deformidades decorrentes da contratura capsular. Para fins reparadores, alguns autores a utilizam  para correção de deformidades congênitas e defeitos secundários após reconstrução de mama, bem como para melhora dos danos tissulares e estruturais secundários a radioterapia.

No que concerne assimetria mamária, a tentativa de correção com a utilização de implantes de tamanhos e formas diferentes está bem estabelecida. Porém, muitas vezes, nota-se  assimetrias focais residuais decorrentes da diferença de posicionamento dos sulcos mamários, bem como da falta volumétrica focal em determinados quadrantes.

Devido ao elevado número de pacientes com assimetria mamária que desejam mamoplastia de aumento, frequentemente com lipoaspiração associada, a correção com técnica combinada, ou seja, implantes mamários de forma e tamanho igual e lipoenxertia, vem ganhando adeptos. 

Obs: lipoenxertia – técnica em que se retira gordura de um local para recolocá-la em outro

Focando no desejo de cada paciente e nas particularidades de cada corpo.

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